terça-feira, 26 de julho de 2011

OS ELEMENTAIS


CALENDÁRIO DAS FADAS
por Angela Karam 

         
Respeitar e trabalhar com os elementais da terra é uma forma criativa e produtiva de equilibrar um mundo que está precariamente desequilibrado. Eles formam uma unidade com toda a vida vegetal, já que em cada uma das plantas existe um elemental em seu interior. Ao comunicar-te com tuas plantas, estará te comunicando com eles.
Se tratares as fadas e os duendes com respeito, eles poderão te conceder grandes dons e te proteger.
Tanto se vives no campo, como se vives na cidade, as fadas e os gnomos te saudarão e te ajudarão, pois estão sempre perto de ti a escutar-te e a observar-te sem serem vistos.
(…)
A aliança com esses seres só trará benefícios, pois te colocarão melhor alinhado com as forças naturais que fazem parte da vida humana desde o princípio dos tempos.
Conheça um pouco mais sobre os espíritos da natureza que caminharão ao teu lado neste ano e nos outros...

JANEIRO: FADA VERDE

    A Fada Verde possui a força vital, vegetativa e feminina, que faz com que a raiz da planta rompa uma pedra, que os juncos dobrem com o vento e que a árvore suporte a tormenta.
Ela gosta de dançar à luz da Lua e te ensina a sacudir a poeira, dar a volta por cima e seguir em frente ao encontro de teu verdadeiro crescimento. Ela fala que onde o solo é fértil, algo pode crescer. E, pede que tu estejas sempre em contato com a terra, que a mantenha fértil, bem regada e que preste atenção ao que ali cresce. Depende de ti erradicar o que não quer e alimentar o que quer. Porém, ela te diz que deves correr riscos, que deves plantar sementes novas e desconhecidas para ver em que se convertem. Observe-as de perto, pois algumas dessas sementes podem se transformar em pequenos milagres que modificarão a tua vida.
A Fada Verde te fala que este é o momento de potencializar o crescimento dos teus talentos e habilidades, um tempo de florescimento que produzirá muitos frutos. Ela também te faz recordar que a recompensa que te espera mais adiante, será a colheita das sementes que plantou e cuidou.
Tanto no mundo das fadas como no mundo dos humanos temos que crescer ou morrer. Jamais podemos ficar imóveis.

RITUAL: Cultive qualquer tipo de planta em sua casa e observe atentamente seu crescimento. Seus pedidos em nome da fada verde devem ser enterrados na terra (do vaso) na época da floração da plantinha.

  
FEVEREIRO: ÍRIS

   Os céus azuis e a chuva são os reinos de Íris, a Fada do Arco-Íris.
Ela habita no ponto de encontro do ar (o elemento mente) e a água (o elemento emoção). Ela se senta com suas asas multicoloridas estendidas, flutuando no ar, parcialmente envolta em seu vestido de céu profundo e coroada de lírios.
Todo o mundo, mas principalmente Íris, está plenamente absorvida na tarefa de recuperar o céu azul e afastar a escuridão da tormenta. Ela é a luz da esperança, a promessa da cura e a alegria que estão por vir e essas são as coisas mais poderosas que existem.
Íris te diz que a luz está se abrindo através da escuridão total, e que a esperança é um fator muito poderoso que acelera esse processo.
Atravessar um temporal poderá te fazer crescer, pois seus ventos podem levar para longe a madeira morta do passado e abrir espaço para brotos novos. Deves saber também, que nenhuma tormenta, nem escuridão, dura eternamente e que depois, será novamente beijado pela penetrante luz do sol e seguirá mais forte e transformado.
Nos tempos difíceis ela te fala para que nunca esqueças tuas aspirações, que leve em conta em que queres te converter e que mantenha essa imagem em tua mente, rodeada de sua luz prismática. Todos os períodos de penalidades, sempre apresentam o mesmo desafio: crescer ou esmorecer. A escolha depende de ti, porém Íris está disposta a te ajudar se aceitares suas oferendas em teu coração.

RITUAL: Desenhe em um papel virgem um arco-íris e o pinte com as 7 cores. Logo abaixo escreva um desejo a lápis e deixe-o em baixo da primeira árvore que passar em seu caminho. Seu desejo será levado até a fada Íris. 

MARÇO: CRONY

Crony é um duende que vive nas casas dos seres humanos que escolhe com muito cuidado. Parece ter uma especial predileção pelas casas dos escritores e autores de contos fantásticos e de aventuras. Seu trabalho consiste em despertar nos homens um maior interesse pela linguagem. Permanece invisível e sentado entre montes de livros do escritório.
Ele te diz que as palavras brotam com muita facilidade dos lábios dos homens, mas estes estão deixando de prestar à linguagem a devida atenção. Cada palavra é como uma flecha lançada com o arco do pensamento. Que teu pensamento seja claro e consciente na escolha das palavras que vais usar, porque essas são uma manifestação da energia do pensamento. E, essa energia é muito mais poderosa quando mais forte seja tua intenção. Mas, cuidado com elas, não deixe que sejam como cavalos selvagens que correm livremente em todas as direções e que, em seu impulso, possam levar adiante tudo o que vê pela frente. As palavras podem trazer ânimo e alegria, podem proporcionar amor e esperança, porém pode produzir medo e sofrimento.

RITUAL: Sempre que necessitar auxílio desse duende, quer seja para se sair bem em uma prova, ter sucesso com uma apresentação pública, ou até mesmo para que tenhas uma reunião de negócio satisfatória, deixe em seu escritório ou próximo de seus livros uma oferenda com leite e mel. 

ABRIL: GRUAGACH

Gruagach é um duende escocês de longos cabelos que habita os castelos ou grandes mansões, porém, diferente dos Brownie, sente muito apego pela casa e não pela família. Pode ser de ambos os sexos. Na ilha de Uist, uma vez foi vista uma gruagach de longos cabelos ruivos, que usava um junco para tocar seu invisível rebanho.
Ele aparecerá para ajudá-lo em todas as questões que envolvem raízes, tradições, antepassados, bens ou negócios familiares, transmitidos através de gerações ou negócios que envolvam construções. Sempre que exista um desacordo sobre testamento e legados, ou também na troca de residência, poderás invocá-lo.
Gruagah assemelha-se a um duende doméstico e sempre aparece lutando com quatro animais totêmicos das estações: o cervo, o unicórnio, o dragão e o leão. Acredita-se que sejam os espíritos dos antigos druidas. Na ilha de Skye havia altares levantados em sua honra e onde se deixavam oferendas como umas peculiares "pedras de gruagach", ou um montinho de pedras.

RITUAL:
Tu podes levantar teu altar de gruagach em teu lugar sagrado (teu jardim), adicionando uma pedra cada vez fores até lá para meditar ou realizar um ato de magia. Leve também leite ou vinho em cada uma de tuas visitas com o objetivo de honrar ao espírito.

MAIO: BÉNFIND

Bénfind é uma fada madrinha irlandesa. Junto com outros espíritos aparece ao nascer uma criança para predizer seu futuro e outorgar-lhe dons prodigiosos. A crença nas fadas madrinhas tem sua origem na adoração das antigas Deusas do Destino, como as as Moiras ou Parcas, que teciam o fio da vida, o trançavam e só iam cortá-lo no momento da morte. As fadas madrinhas aparecem em três momentos da vida de uma pessoa: no nascimento, ao casar-se e ao morrer, quando conduzem a alma até o Além.
Bénfind aparece para indicar que irás passar por algum rito de passagem, pois se manifesta nos nascimentos, nos casamentos e nas mortes. Também pode estar te advertindo sobre os dons que ela te conferiu quando nasceu. Todos os presentes que ela te deu foram entregues com um propósito e a realização de ti mesmo será obra de teu esforço. Alegra-te por ser quem és e o que verdadeiramente representas, em vez de aceitar o que os outros querem que faças.

RITUAL: Se esperas um filho e desejas que obtenha as bênçãos das fadas madrinhas, deve preparar a casa para acolhê-las como merecem.
No dia do nascimento coloque sobre a mesa da cozinha mel, pão e três amêndoas brancas. Junto aos alimentos podes colocar moedas e presentes para o novo bebê. Como a maioria dos nascimentos ocorrem hoje em hospitais, esta pequena cerimônia pode ser realizada no primeiro dia da chegada da criança em casa.  

JUNHO: HABETROT
 
É uma fada das terras baixas da Escócia, com um proeminente lábio inferior sentada em uma rocha. Ela é padroeira das fiandeiras e acredita-se que um blusão tecido por ela constitui um remédio muito eficaz contra qualquer enfermidade.
Quando Habetrot aparece em tua vida é para te informar que ela vai intervir em teu destino. Habetrot então te prepara para essas mudanças. Esse ano realizarás progressos; grandes realizações e novas oportunidades irão aparecer em tua vida e podes inclusive, até trocar de profissão.

RITUAL:
Habetrot é a fada que ordena o universo e o destino de cada pessoa. Para conectar-se com essa terna e amorosa fada é necessário:
Primeiro que você encontre um local sossegado em tua casa, onde não possa ser incomodado por pelo menos uma meia hora. Em seguida coloca-te em uma posição que te permita relaxar (sentado ou deitado).
Inspire e expire profundamente por três vezes, tentando esvaziar a mente de qualquer tipo de preocupação. Agora, com os olhos fechados, visualize uma subida por uma ladeira onde em ambos os lados há frondosas árvores. Muito ao longe verá luzes douradas e ao se aproximar mais verá um templo todo em mármore no alto da colina e que decides visitar.
Ao chegar, as portas estarão abertas, convidando-a à entrar. Dentro encontrará uma anciã ante a um tear. Com um sinal indicará para que a observes enquanto ela trabalha. Compreenderás que a imagem que tece á a história de tua existência. Poderás ver teu passado e teu presente e os fios que conduzem até o futuro. Observe atentamente o que vê, tentando distinguir as forças que pautam tua vida.
Depois de alguns instantes, sentirá a mão carinhosa da fada em teu braço. Ela te conduzirá para fora do templo e fará um gesto para que observes em torno de ti. Ao olhar, verá uns fios reluzentes unem ervas e árvores, as penas das aves que voam no céu noturno. Outras fibras deslumbrantes ligam a terra com as estrelas. Te toca o plexo solar e podes ver desde um ponto luminoso no centro de teu corpo emergem fios brilhantes que se unem a terra, as árvores e inclusive aos planetas que se movem no firmamento. Através dos fios te tornarás consciente da existência dos animais, da existência do alto das árvores e da vida na terra. Compreendes que todas essas coisas se acham vinculadas e que dependem umas das outras. Dediques algum tempo para desfrutar essa experiência. Quando estiver disposto à regressar, agradeça a fada e deixe que o cenário se esfumasse em torno de ti.
Abra os olhos e seja bem-vindo!

JULHO: SELKIE
 
As Selkies são duendes marinhos que se encontram em torno das ilhas Órcades, Feroé e Shetland. Selkie significa "seal" (foca) e é comum ver as tais criaturas nessas paragens; o nome Órcades procede do escandinavo antigo "Orkneyjar", que significa "Ilha das focas".
A Selkie te ajudará à adaptar-te a qualquer tipo de situação. Sua lição é um enfoque prudente e a necessidade de fluidez, movimento e boa coordenação. Se estiver insatisfeito com a vida neste momento, ela de indicará os meios precisos para modificá-la.

RITUAL: É possível ir visitar a comunidade das selkies se recorreres ao poder da invocação:
Tente acomodar-se e relaxar em um local onde não possa ser incomodado. Em seguida, imagina-te de pé em uma praia deserta. Aproxima-se o crepúsculo e uma luz avermelhada invade o céu e desce sobre as ondas marinhas rematadas pela espuma.
Verás no mar várias focas cinzentas que se dirigem para o litoral, quando o alcançam, suas aletas se convertem em mãos, seus negros olhos assumem uma inteligência humana e, despojando-se de suas peles de focas, se apresentam como homens e mulheres. São esbeltos e nervosos, mas na aparência muito tímidos. Permaneça quieto para não assustá-los.
Com o passar do tempo se tranqüilizam e te tomam pela mão para correr e dançar ao longo da praia, entrando e saindo das ondas.
Depois de um minuto te dirão que está na hora de retornar ao oceano e te convidam para os acompanhar. Uma selkie te emprestará uma pele de foca e a recebes como um grande presente. Ao colocá-la sobre os ombros, sentirás que encolhes. Não representará uma sensação que o amedronte. Tuas mãos se convertem em aletas e tuas pernas em um rabo de peixe.
Uma onda te arrastará para água e, para teu prazer, te verás nadando com a soltura de uma verdadeira foca. Brinca nas águas em companhia de teus novos amigos. Passe aí o tempo que quiseres, desfrutando da sensação de liberdade e aprenderás o que significa ser uma criatura da terra e da água.
Quando desejares ir embora, retorne a praia. Tuas aletas voltarão a ser mãos e retire tua capa de pele de foca. Teu corpo voltará a ter a forma habitual, embora agora tenha adquirido mais flexibilidade e uma nova força. Devolve a capa da pele de foca a selkie, agradecendo sua bondade. Ela sorridente se envolverá na capa e tomando a direção do mar sumirá.
Lentamente volte a sua consciência de vigília. Seja Bem-vindo!

AGOSTO: REI FINVARRA

Finvarra é o rei dos Daoine sidhe (Povo da Paz) do Oeste ou Connacht,na Irlanda, e recebe o nome de Rei Duende de Ulster. Parece que Finvarra foi antigamente um rei dos mortos ou do Submundo, com algumas funções com os espíritos da vegetação, já que é considerado com poder para se alcançar boas colheitas.
Finvarra surge para ti indicando autoridade e figuras desse caráter, governo, a lei, transações judiciais, contratos e acordos. Em todas essas questões é a ele que poderás pedir ajuda, pois é um homem maduro muito interessado por questões sociais e pelos seres humanos. É ainda, compassivo, sensível e sempre disposto a prestar um apoio emocional.

RITUAL: Está ao teu alcance realizar com a imaginação uma visita ao Rei Finvarra:
Relaxe, e feche os olhos, esvaziando a mente de qualquer tipo de preocupação. Em seguida imagine um claro anoitecer de Outono e te encontras em um belo campo. Em seu centro encontra-se um antigo túmulo de duendes. Está coberto de ervas e flores. Ao olhar para dentro verá luzes no interior da caverna. Colocando o ouvido junto à terra, perceberás uma melodia maravilhosa, o lamento comovedor de uma harpa. Ouvirá também risos e doces vozes.
Pouco a pouco perceberás que não estás só. Sentado ao teu lado, com um sorriso divertido no rosto, há um duende de nobre postura. Se trata de Finvarra, Rei dos Sidhe. Poderás conversar algum tempo com ele, enquanto escutas a música dos duendes e percebes como penetra em tua alma e te transforma para sempre. Conte sobre tua vida e faça um pedido.
Quando quiser regressar, despede-te do rei dos duendes e retorna a tua consciência de vigília.

SETEMBRO: RAINHA MAB

No folclore inglês, Mab é a Rainha das Fadas, enquanto que nas tradições populares galesas rege as fadas ellyllon. As vezes a descrevem como parteira das fadas, e "mab" quer dizer "bebê" em galês. Seu título de rainha (queen), pode ter originalmente outro significado, pois "quean" quer dizer musa. Porém, não são bebês, mas sim sonhos que a atraía para este mundo. Shakespeare se referiu a ela como a fada que proporcionava aos homens seus desejos mais íntimossob a forma de sonhos. Dizem que quando vaga através das mentes dos amantes, estes sonham com o amor; quando passa pelos corredores dos palácios, sonham com gentilezas; quando sobrevoa os dedos dos advogados, sonham com honorários; e quando cruza os lábios das damas, sonham com beijos.
Shakespeare apontou uma descrição encantadora e caprichosa dela em "Romeu e Julieta", ao dizer que "chega sob a forma não maior que uma pedra de ágata no dedo indicador de um almotacé". Sua carruagem era uma vazia casca de avelã cujas rodas têm os raios feitos com longas patas de aranha. O toldo é feito de asas de cigarras. As rédeas são tecidas com teias de aranha e os arreios feitos de luar. O cocheiro é um mosquito pequeno e cinza. Quando ele bate com seu chicotinho numa pessoa, ela sonha com aquilo que quer ser. A Rainha Mab surge para te trazer sonhos, desejos e aspirações enquanto não realizados, porém também traz idéias, criatividade, fertilidade e inspiração que te ajudarão a tornar realidade teus sonhos. Portanto, atreva-te a sonhar e a viver teus sonhos. Não permita que os outros te afastem do que realmente desejas.

RITUAL: É chegado o momento de encontrar a própria Rainha Mab.
Tente então relaxar e dissipar de teu pensamento de qualquer preocupação cotidiana. Imagine agora que te encontras em um bosque onde há um antigo carvalho. Vá de encontro a ele e verá que a Rainha Mab lá se encontra e o convida para um passeio em sua carruagem através da Ponte do Arco-Íris. Quando estiver dentro dele, absorva cada cor em tua aura. Cada uma delas tem um significado e uma propriedade. No momento adequado Mab te mostrará ainda muitos segredos do seu Mundo de Sonhos. Quando retornares à terra, agradeça pela jornada e retorne a tua consciência de vigília.

OUTUBRO: FADA- FEITICEIRA AZUL

A Fada Azul em gaélico é conhecida como Cailleach Bheru. Ela mora nos Montes de Ben Nevis. Pedras caídas de seus cestos formaram as ilhas Hébridas, na costa oeste da Escócia. Seu rosto é azul por causa do frio, seus cabelos são branco como a neve e seu manto da cor das folhas secas. Segura uma vara de azevinho, em cuja ponta pode-se ver uma caveira de um corvo e se tocar alguém com ela, morrerá.
A Fada Azul aparece para ti indicando a conclusão de uma situação, uma troca necessária, para que termine um ciclo e recomece outro. Te diz também que não serás capaz de seguir em frente se não resolver problemas pendentes, que continuam te afetando. Fala ainda, sobre a existência de uma real mulher anciã com emoções intensas que pode te ajudar em momentos difíceis, portanto, vá até ela e escute seus conselhos.

RITUAL: Essa feiticeira (ou bruxa) é muito temida, porém esse medo significa a total incompreensão de seu papel: consiste em uma parte necessária do ciclo de existência. É bem verdade que a ocasião do inverno, da velhice e da morte assuste um pouco, mas a roda girará e surgirá o renascer, a juventude e a primavera. Se realizares essa evocação, é possível que encontres a Fada Azul e aprenda algumas de suas lições:
Relaxe, e feche os olhos, esvaziando a mente de qualquer tipo de preocupação. Imagina-te em uma paisagem totalmente gelada sob a luz da lua quarto minguante. Diante de ti está uma anciã. A sabedoria reluz em seus olhos amáveis e velhos, por isso conhece todos os segredos. Se desejas, podes dirigir-te até ela e formular uma pergunta. Talvez ela te mostre algo ou te de algum presente. O presente é o seu próprio saber em crescimento, que surge com o tempo e com a experiência.
A Fada caminhará contigo pelas terras geladas que estão se preparando para chegada do inverno. As folhas caem das árvores e a natureza começa seu período se sono. Ela vai te dizer que todas as coisas devem envelhecer e morrer, pois esse é seu destino. Porém, de modo igual ao renascer da lua e da terra, assim todas as coisas se transformam e cobram uma nova existência. Caminhe uma pouco mais com a fada e converse sobre seus medos e suas angústias. Depois escute-a atentamente.
Quando quiser regressar, agradeça a fada sua companhia e conselhos e retorne à tua consciência de vigília.

NOVEMBRO: GWYN APNUDD

Gwyn ap Nudd reina sobre os espíritos galeses do Tylwyth Teg, o "Povodos Duendes". É um indivíduo de aspecto sombrio, como corresponde a Rei dos Mortos, e é representado tradicionalmente por uma coruja. Seu reino é o submundo da terra e para chegar até lá só através dos lagos galeses ou por Glastonbury Tor, na Inglaterra. Nas tradições populares celtas, o País dos Duendes e o Submundo são habitualmente uma e a mesma coisa. Se chega até ali através dos túmulos dos duendes, das colinas pedregosas, cavernas, poços ou submergindo- se em lagos e charcos. Essas entradas eram lugares de adoração para celtas e pré-celtas. Acreditava-se que todo o poder e a fertilidade, assim como a vida e a morte, vinham do Mundo Subterrâneo, que contêm as almas dos antepassados, os duendes e os Deuses.
Segundo algumas lendas, Gwyn ap Nudd governava Cwn Annwn, a matilha galesa do Submundo integrada pelos cães duendes de pele branca e orelhas vermelhas. A matilha corre nas noites escuras e tormentosas em perseguição as almas daqueles que acabam de morrer. Seus latidos sempre são cheios de muito pesar.
Gwyn ap Nudd aparece para ti para te revelar segredos enterrados, coisas ocultas, sentimentos reprimidos ou restrições impostas por ti mesmo ou uma sujeição ao passado. É possível, que nesse ano do elemento terra, possa emergir de teu inconsciente algo não solucionado que afetará o teu presente. Também, ele pode estar te cobrando um emprego inadequado de poder, um abuso, uma violação, um insulto ou uma quebra da boa fé. Para saber ao certo o que está acontecendo é indicado que visites o reino de Gwyn ap Nudd através de um pequeno ritual.

RITUAL: Inicie essa visualização com um exercício respiratório (inspirar e expirar profundamente) até se sentir bem relaxado. Em seguida, imagine-se subindo uma colina, um pouco antes do amanhecer. Quando alcançares o topo, encontrarás um círculo de pedras, todas de cristais de quartzo. Dentro dentro deste anel há um túmulo funerário, cuja porta é uma espiral. Enquanto o observas, o túmulo se abre e dentro dele reinam a escuridão e o silêncio. Atrás de ti, está o Rei Gwyn ap Nudd, montando um cavalo negro acompanhado por seus cães duendes. Ele se oferece para guiá-lo até uma sala mortuária dentro do túmulo. Não sentirás medo, pois o lugar é de promessa, mais um útero do que uma tumba.
De repente uma luz intensa entra no local. É o novo dia que penetra pelo corredor e enche a sala emprestando força aos espíritos que descansam em seu interior. A claridade te acalma e te sentes com mais força e vitalidade. Com o renascimento do sol, renasce tu, filho da luz e da promessa. A partir de agora podes empreender um novo começo. Tudo está ao teu alcance. Gwyn ap Nudd chegará para perto de ti e essa é a hora para que converses e passes algum tempo na alegre companhia dos duendes do túmulo. Depois, deves abandonar a câmara e lá fora poderá apreciar a beleza da manhã. Um novo dia e um novo tempo já começou. Tua nova energia te impulsiona a aproveitar o momento para realizar a promessa de tua vida. Quando quiser regressar, volte a tua consciência de vigília.

DEZEMBRO: ROBIN

Robin é um duende dos bosques. Possui a cabeça de um belo jovem e as extremidades inferiores de um cabrito macho, pequenos chifres na cabeça e uma flauta com a qual enfeitiça os seres humanos. Talvez esteja associado com o deus cornudo Cernunnos ou com Robin Hood como espírito ou deus do bosque.
Ele gosta de brincadeiras e de pessoas, apresentando- se em certas ocasiões como um jumento, uma lebre ou um fogo fátuo, outras vezes revela-se tão solícito como uma gnoma diligente. Na Inglaterra foi um dos duendes mais conhecido e em 1584 Reginald Scot escreveu que a crença nele não estava tão difundida em outros tempos. Porém, muitos anos depois dessa data, seguiu sendo uma figura popular. Algumas narrações posteriores fazem de Robin sinônimo de Puck, incluindo "O Sonho de uma Noite de Verão, enquanto de maneira geral se mostre mais benévolo. Robin aparece para ti anunciando muita alegria e brincadeiras inocentes. Te aguardam aventuras, novas experiências, diversões e celebrações.

RITUAL: Por ser um espírito jovial dos bosques pode evocá-lo seguindo esta conduta:
Tente relaxar e acomodar-se da melhor forma possível. Feche os olhos e inspire e expire profundamente por três vezes. Em seguida, imagine-se nas profundezas de um bosque durante uma cálida tarde. Segues através de um atalho em baixo da sombra de flores estreladas. O caminho descreve uma trajetória tortuosa em torno de árvores centenárias e de aromáticas madressilvas silvestres.
Pelo ar te chegam os sons melodiosos de uma flauta. Ao chegar em uma clareira encontrará Robin, um duende sorridente. Estará sentado entre diversos animais do bosque, cervos e veados, lebres, coelhos, texugos, ouriços e aves. Guardam silêncio e se mostram pacíficos com tua presença. Se desejas podes falar com Robin e pedir-lhe que lhe revele algum segredo dos bosques. Também poderá aprender muito com os animais que estão congregados aos teus pés, porque cada um tem uma lição para ensinar-te.
Quando quiser regressar, deixe que o cenário se esfumasse em torno de ti e retorne a tua consciência de vigília.
(Fonte-http://www.emporioesoterico.com.br)

OS ELEMENTAIS

Fairy Wicca

Existe uma Tradição na Wicca que é especialmente dedicada a buscar a conexão com os Deuses através do Povo das Fadas: é a Fairy Wicca, a Tradição dos Fays ou Fairies (Povo das Fadas).
  A crença nos Fays (Fadas) é um aspecto importante do folclore gaélico até hoje.
  Atualmente, há várias versões que tentam explicar sua origem: as versões cristianizadas e, portanto, mais recentes, falam que eles são "anjos caídos", que foram negados a um lugar no céu por algum delito pouco sério, ou os Deuses antigos, que diminuíram de estatura como resultado da introdução do cristianismo entre seus povos.
  Muitas pessoas entendem que os Fays são uma raça não-humana que também vive nesse planeta.
  Mas a tradição mais divulgada falam que os Fays são os remanescentes dos primitivos povos britânicos,   mais conhecidos como "Velho Povo" (Fays).
  Ao que parece, o Velho Povo habitava as Ilhas Britânicas na Idade do Bronze.
  Quando começou a invasão das suas terras, esse povo fugiu para as montanhas e colinas (chamadas, em gaélico, de Sidhe ou Sidh - que significa "Terras Altas") para se protegerem das guerras, uma vez que eram povos pacíficos. Essas novas terras, ocupadas pelos Fays, passou a ser chamada de Fairland (Terra das Fadas).

  A mitologia britânica, conserva o nome de alguns desses povos:
  Os Daione Sidhe (pronúnica: di-na chi) - fadas das montanhas/subterrâneas;
  Os Bwragedd Annwn (pronúncia: burageth anun) - fadas dos lagos;
  Os Flidais - fadas das florestas e bosques;
  Os Tylmyth Teg (pronúncia: tarluith-taig) - do país de Gales; e
  Os Unseelie - da Escócia.
  Menos conhecidos, também falam dos "Bons Vizinhos", os Seeli e o Povo Wee.
  Nas montanhas, os Daione Sidhe construíram casas subterrâneas (chamadas "brugh"),   cuja entrada era marcada por outeiros ou pequenos montes (chamados "knowe").
  Os Bwragedd Annwn, por sua fez, tinha a entrada de suas cidades subterrâneas no fundo de lagos, riachos e córregos.
  A atividade mais comum dos Fays é a criação de um gado malhado - chamado Gwartheg Y Llyn (pronúncia: guarr-they er thlin) -, que pastoreiam com a ajuda de grandes cães brancos com orelhas vermelhas - os Cwn Annwn (pronúncia: kun anun) ou "Cães dos Montes".
  A Tradição Fairy Wicca quer resgatar a religiosidade desses antigos povos britânicos, trabalhando com energias e espíritos da natureza, de acordo com rituais muito antigos, que dizem ser herança do próprio "Velho Povo".
  A visão de "Fadas" que os bruxos da Fairy Wicca têm, é muito diferente da que estamos acostumados.
  Não tem nada a ver com a "Sininho", do Peter Pan, ou a Fada Azul, do Pinóquio.
  Eles entendem os Fays como elementais dos quatro Elementos, ou seja, para eles, os Silfos, as Salamandras,  os Duendes, os Gnomos, as Ondinas, as Sereias, etc., são todos membros do mesmo Velho Povo. Justificam essa visão, lembrando que tudo que faz parte da Natureza, tem um ou mais Fays responsável. Cada folha de grama, cada pedaço de pedra, cada árvore, cada planta, cada porção de ar ou de água tem no mínimo um Fays ali.
  Portanto, estamos cercados de fadas por onde quer que andemos: a fibra vegetal de nossas roupas, a madeira da mesa e da cadeira, a água que bebemos e o ar que respiramos... Em cada porção da Natureza, há um Fay responsável.

OS ELEMENTAIS

OS ELEMENTAIS 

Espíritos da Terra

Terra: É o mas denso de todos os elementos. Representa o inverno e a noite.

Duendes: Segundo a mitologia, os duendes são grandes seres mágicos. Dividiram-se em duas colônias de férias, os Ljsalfar, ou duendes de luz e Dopkalfar ou duendes da oscuridade, os quais viviam nos bosques escuros e sob as ondas do mar.

Gnomos: Não habitam na superfície da terra, senão no subsolo.

Trolls: Temem a luz do dia.

Características dos espíritos da terra.
Cor: Verde
Energia: Receptiva.
Metais: Ferro.
Estação: Inverno
Direção: Norte 


Espíritos da Agua

Água: É o elemento da cura, do psíquico e do amor. A água é amor, purifica e limpa. Representa o outono e o crepúsculo. Debaixo dos lagos e mares há imensas cidades e reinos de ninfas e duendes da água. Governada pelas Ondinas, criaturas mitológicas da água

Ondinas: Costumam entar nas profundidades nas quais lhes encanta estar.

Características dos espíritos do Água
Cor: azul.
Energia: Receptiva.
Metais: Mercurio, Prata e Cobre.
Estação: Outono.
Direção: Oeste.
Tempo: Crepúsculo

Espíritos do Ar

Ar: É o elemento da inteligência da mente. Representa a primavera e o Alvorecer. Está habitado por Sílfos, que a vezes aparecem como borboletas.

Sílfos: São as que controlam os ventos. Quanto a tamanho são as mas grandes

Características dos espíritos do Ar
Cor: Amarelo.
Tipo de energia: Protetora.
Metais: Estanh, Cobre.
Estação: Primavera.
Direção: LEste.
Tempo: Alvorecer.


Espíritos do Fogo

Fogo: É o elemento tanto da Criação como da Destruição. Bem como o fogo destrói árvores, nova vida pode crescer em seu lugar.Representa o verão e ao pleno meio dia. É o reino da Salamandra legendária ou lagarto de fogo.

A salamandra nos diz que todas as coisas são possível com um pouco de imaginação e coragem.
Salamandras: Controlam o fogo. Após terminar seu período terrestre, se tranforman em:
Farrallis: São os que trabalham como maestros.
Aspiretes: São os que executam.
Ra-Arus: É a máxima categoria.
Hiarrus: elaboram os planos a executar

Características dos espíritos do Fogo
Cor: Vermelho.
Tipo de energia: Protetora.
Metais: Ouro
Estação: Verão.
Direção: Sul
Tempo: Meio dia

OS ELEMENTAIS

OS ELEMENTAIS 

Características dos Gnomos

Elementais da terra: duendes, gnomos e gnomidas.
Regente elemental: Gob, sendo os gnomos responsáveis pela construção de minérios e os duendes responsáveis pelo desenvolvimento das ervas e plantas no geral.

Os ELEMENTAIS da TERRA são os Gnomos, são responsáveis pela solidificação de todos os corpos, não só de animais como também de objetos. Tudo que é sólido possui uma correspondência energética com os Gnomos. Suas oferendas são normalmente a TERRA bruta (areia, argila, cascalho), PEDRAS e plantas.

Apesar das plantas possuírem ligação com todos os elementais, elas são normalmente consagradas ao elemento terra, em razão de sua proximidade.

Os Gnomos agem nos terremotos e vulcões para equilibrar os distúrbios dos poderes da terra. Em nosso corpo são responsáveis pelos ossos e sais minerais e possuem ligação também com as cartilagens, músculos e pele, sendo que essa ligação ocorre em conjunto com os ELEMENTAIS da água.

Os Signos de Touro, Capricórnio e Virgem são aqueles que se encontram sob a interferência do poder da terra. Normalmente as pessoas nascidas sob essas casas zodiacais apresentam temperamentos fortes, não gostam de mudanças bruscas, são perfeccionistas em suas atividades, são muito realistas e possuem forte tendência a vícios, principalmente alimentícios.

Todas as características desses signos estão diretamente relacionadas às características dos ELEMENTAIS da terra, tais ELEMENTAIS são possuidores do dom de controle sobre a ganância e como conseqüência é comum perceber que seus regidos não possuem esse controle. E é através da busca desse controle que podemos interagir com eles.

Algumas outras características provocadas pelo desequilíbrio do poder da TERRA são: a preguiça, susceptibilidade, a lentidão, a falta de consciência, a melancolia, a falta de regularidade. Ao vencer essas dificuldades, a interação com os ELEMENTAIS da TERRA torna-se mais fácil, porém quanto mais se busca, mais é exigido.

Existem certas características que aproximam os elementais: atenção, a perseverança, a escrupulosidade, a sistematização, a sobriedade, a pontualidade, o senso de responsabilidade. Através dessas qualidades o adepto alcança uma maior interação com os Gnomos.

O ‘Rei’ dos Gnomos se chama GHOB, a visão pagã mostra que esse ser é o responsável pela manutenção dos poderes da terra, e por isso acredita-se que ele viva no interior de grandes vulcões. Alguns tendem a acreditar que ele seja “A Torre Norte” invocada nos RITUAIS da Wicca, mas dificilmente tal entidade sairia de seu lar para rituais, pois sua função não é essa.

O símbolo mais comum é o triangulo duplo para baixo, que representa a TERRA que preenche o universo. Sendo o triangulo maior o universo e o menor a TERRA que cobre todo o “chão”. O segundo símbolo é comum nas escolas herméticas, corresponde ao Prithivi (princípio da terra) dos Tattwas da tradição indiana. Além desses existem outros símbolos menos conhecidos.

Nas invocações ELEMENTAIS é comum chamar os poderes da TERRA com nomes do tipo: Touros da Alvorada, Carneiros do Alvorecer, Ursos Negros e afins. Dentro das invocações os dirigentes ELEMENTAIS também aparecem, seguidos dos mistérios dos Elohins/Manes que são os nomes das sendas e respectivas torres.

Alguns locais/objetos que representam a TERRA e seus ELEMENTAIS ao AR livre são: Grandes árvores, grandes pedras, pilhas de pedras, afloramentos rochosos, formações calcárias, musgos, entradas de cavernas, estátuas, jardins, plantações ou campos, pastagens de animais, tocas de animais e similares.

Alguns locais/objetos que representam a TERRA e seus ELEMENTAIS em residências: Plantas, portas para animais, portas de porão, despensa, decorações de cristais, coleções de vidro, coleções de cerâmica, estátuas, vasos de barro, pequenas pedras, pote com terra.

O princípio da TERRA e seus ELEMENTAIS são invocados da direção norte devido à representação do norte estar intimamente ligada ao futuro e àquilo que podemos enxergar ao olhar para frente. Pela força da TERRA representar tudo aquilo que é fixo, o norte fica sempre a nossa frente, pois é fixo, visível.

As cores da TERRA são o marrom e o verde. Os animais são todos aqueles de grande força, como ursos, touros, carneiros, rinocerontes, búfalos e etc. Os DEUSES que regem o elemento TERRA são todos os DEUSES da Agricultura, da proteção, da família e da inocência.

Alguns seres mitológicos que correspondem ao elemento da TERRA são: Minotauro, Ninfas dos bosques, Dríades, Anões (do ponto de vista mitológico), Faunos, Amazonas e todos aqueles que possuem responsabilidades com a TERRA e a vegetação. É importante lembrar que para os povos antigos a mitologia não era uma lenda ou um conto e sim a história real dos seres que viviam entre eles, incluindo os Deuses.

Dentro da WICCA o Pantáculo é o instrumento que representa a TERRA no altar. A força gerada pela TERRA é direcionada aos poderes físicos e de criação. A Psicometria é o dom mais comum daqueles que evoluem sua interação com os ELEMENTAIS da terra.

A estação que corresponde à atuação mais presente dos Gnomos é o Outono, e nos nossos sentidos eles regem o tato. Quando alcançamos a vibração da terra, ficamos em um estado de Paz e devoção.
(Fonte-http://bruxarianatural.ning.com/group/gnomos)

          

OS ELEMENTAIS

ORDEM DO REINO DO AR

Guardiões: Thor e Aries. Thor era o deus germânico do trovão, da tormenta e da fertilidade e Áries seu anexo divino. Protegem e guiam o Elemento Ar.
Superiores: Sílfides; soberano das sílfides: Paralda; símbolo: borboleta/águia.
Primero nível de desenvolvimento: Forma do Elemento Ar, Vila (espírito da tormenta eslavo).
Segundo nível de desenvolvimento: Fadas, sílfides, reis, rainhas dos elfos.
Terceiro nível de desenvolvimento: Superior de fadas, superior das sílfides, guardião dos poderosos quatro ventos, mãe do vento, noivas do vento.
Nível cósmico: Devas, todos os arcanjos e seres angelicais poderosos que se ocupam do Elemento Ar nos cosmos, o arcanjo Miguel é o protetor do Ar, das musas, das forças de inspiração, da arte e da beleza.
Deuses e Deusas: Feng-Po (deus do vento chinês) Feng Po-Po (Deusa chinesa do vento que cavalga sobre as nuvens no lombo de um tigre), Odin (deus germânico do céu e criador), Brahma (deus hindu da criação do céu e da terra), Lilith (rainha alada hebréia do ar) e outros.

                                                       Thor
                        
                                           Aries
 

OS ELEMENTAIS

OS ELEMENTAIS 

Ordem dos reinos
 ORDEM DO REINO DA TERRA

Guardiães: Virgo e Pelleur. Virgo é o espírito da Terra e Pelleur seu anexo divino. Os dois contribuiram com a criação do planeta Terra e agora protegem sua força divina.
Superiores: Gnomos; soberano: Gob; rei: Urinaphton; símbolo: tartaruga/touro.
Primeiro nível de desenvolvimento: Formas do Elemento Terra, todos os anões, gnomos, duendes, pixies, pucks, Brownies, Trolls, gigantes, elfos da terra, elfos negros.
Segundo nível de desenvolvimento: Gnomo, o velho sábio, fauno e trolls velhos.
Terceiro nível de desenvolvimento: Pan, Mãe Terra como Tanna e Stanna, guardiães da terra e superiores.
Nível cósmico: Condutora dos cristais, fada da terra, Devas e anjos (por exemplo Buriel e os arcanjos Zadkiel e Jofiel), que apóiam e guiam ao Elemento Terra com todas as suas propriedades e níveis de desenvolvimento do cosmos.
Deuses e Deusas: Gaia (Deusa da terra greco-romana), Mawu (Deusa da criação africana), Geb (Deusa da terra egípcia), a Mulher Mutante (Deusa da Terra dos Apaches), Demeter (Deusa grega do crescimento), Hou Tu (Deusa
da terra chinesa), Ceres (Deusa romana da fertilidade), Mulher Aranha (Mãe dos hopi) e outros. 
 VIRGO

Pelleur

                                                

OS ELEMENTAIS

OS ELEMENTAIS 

Ordem dos reinos
ORDEM DO REINO DO FOGO

Guardiões: Hélios e Vesta
Superiores: Salamandra; amo:Djinn
Primeiro nível de desenvolvimento: Forma do fogo, elementais do fogo no animal e no homem, pontinhos de fogo, conjunto de demônios, alba negra, druidas.
Segundo nível de desenvolvimento: Salamandra, dragões, flamines (pequenos seres de fogo).
Terceiro nível de desenvolvimento: Musas, seres solares.
Nível cósmico: Anjos à serviço de Cristo (por exemplo os arcanjos Uriel e Miguel), anjos da esfera solar e de Marte (por exemplo Samuel e Anael).
Deuses e Deusas: Kali (Deusa indiana da destruição), De Derga (deus vermelho celta), Agni (Deusa hindu do fogo e guardiã dos seres humanos), Rá (deus do sol egípcio), Brigid (Deusa celta portadora da luz), Surya (deus do sol hindu), Tu Njami (Mãe siberiana do fogo), Apolo (deus do sol grego) e outros.
                                                    
Vesta filha priomogênita de Rhea e Chronos.
Vesta era uma deusa de suma importância no panteão romano, pois a ela eram feitas todas as honras em primeiro. Em razão das circusntâncias de seu nascimento. Mesmo não tendo imagens constuídas em seu nome, Vesta era a deusa que era mais próxima dos romanos, até mesmo em razão do fogo sagrado que permanecia aceso nas residências (lararium) e a ela era dedicado. Também era a deusa protetora dos templos e das comunidades.
Suas sacerdotisas eram as vestais, moças que eram escolhidas entre as famílias nobres, e serviam a vesta pelo período de 30 anos. Sendo os 10 primeiros de aprendizado, outros 10 de sacerdócio, e os ultimos para ensinar a próxima sacerdotisa a ocupar seu lugar.



                                 Hélio

Hélio é filho dos titãs Hipérion e Téia (ou Tia), tinha como irmãos Eos, Aurora e Selene, a Lua. É um servidor de Zeus, e percorre todos os dias, um percurso nos céus, depois da aurora, aparece todas as manhãs, do este, num carro de fogo, puxado por quatro Cavalos luminosos:Pírois, Eoo, Éton e Flégon (nomes relacionados com o fogo e com a luz). A sua cabeça é aureolada por raios de ouro. Atravéssa assim o céu para chegar, à noite ao Oceano onde os seus cavalos se banham. Nada do que se passa no universo escapa ao seu olhar, sendo frequentemente convocado por outros deuses para servir como testemunha.

Duas de suas amantes mortais foram transformadas em plantas heliotrópicas (plantas cujas flores viram-se para o sol) e em olíbanos. Aquelas plantas eram sagradas para Hélio. Os seus animais sagrados eram o galo e a águia. O colosso de Rodes — uma das sete maravilhas do mundo antigo — foi construído em sua homenagem.
É casado com Perseis, filha de Oceano (mitologia) e Tétis. Com ela, Hélio teve vários filhos, entre os quais Eetes, Circe , Perses e Pasífae, que se casou com o rei Minos de Creta. Hélio com a Oceânide Clímene teve sete filhas, as Helíades, e um filho, Faetonte; Higino também dá uma versão alternativa na qual Faetonte é neto de Hélio.
De acordo com o autor romano Ovídio, Hélio conduz uma carruagem puxada por quatro cavalos: Eton, Pyrois, Eco e Flegon.